Buscai ao Senhor enquanto se pode achar... Isaías 55:6

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No século XVII e XVIII, os barbeiros eram profissionais que viajavam pelas províncias oferecendo seus serviços que incluíam cortes de cabelo, sangrias, benzedura e venda de raízes, dentre outras coisas. Como sujeitos em trânsito, os barbeiros levavam histórias, causas e acontecimentos variados, vividos por eles nas localidades.

Os barbeiros eram pessoas extremamente interessantes, pois, além dos serviços de barbearia, eles também praticavam o comércio, e toda sorte de serviços rápidos demandados pelas comunidades, incluindo algumas práticas de cura. Antes de 1871, muitas pessoas resolviam seus problemas de saúde recorrendo a boticários, cirurgiões-barbeiros, barbeiros, sangradores e curandeiros.

Por terem grandes habilidades manuais, os barbeiros faziam também extrações dentárias, porque na época ainda não existia a odontologia e muitos cirurgiões na sua maioria, não intervinham na boca das pessoas, por receio ou por desconhecimento de que isso seria possível.

O Barber Pole, este objeto cilíndrico giratório com as cores branco, vermelho e azul. É utilizado nas barbearias hoje em dia como item decorativo. Mas antigamente, quando o estabelecimento tinha este pilar giratório significava que o barbeiro, além do habitual barba, cabelo e bigode, também realizava extrações de dentes e pequenas cirurgias em seus clientes. 

As cores do barber pole ou poste de barbeiro no português, têm um significado. Conta-se que a cor branca significava os panos, fitas ou faixas de tecido que o barbeiro utilizava durante seus procedimentos digamos cirúrgicos. A cor vermelha significava os mesmos tecidos utilizados nos procedimentos, porém agora sujos de sangue pós cirurgias. Há divergências para a cor azul, pois alguns dizem ter sida inserida posteriormente pelo “Tio San” os norte-americanos.

Estas fitas, faixas e tecidos eram expostas pelo barbeiro na fachada de seu estabelecimento, o que deu origem ao atual e tão famoso Barber Pole.

Os novos tempos trouxeram às barbearias as infindáveis conversas sobre futebol, política, além de outras diversidades.

Nas barbearias passaram diversas gerações de homens em busca de um bom corte de cabelo, boa conversa e ajuda para as suas aflições, dúvidas e males.

Valorizemos esses espaços de cultura, entendendo todo o seu significado histórico, social e cultural.

Vagner Cardoso

Barbeiro

No século XVII e XVIII, os barbeiros eram profissionais que viajavam pelas províncias oferecendo seus serviços que incluíam cortes de cabelo, sangrias, benzedura e venda de raízes, dentre outras coisas. Como sujeitos em trânsito, os barbeiros levavam histórias, causas e acontecimentos variados, vividos por eles nas localidades.

Os barbeiros eram pessoas extremamente interessantes, pois, além dos serviços de barbearia, eles também praticavam o comércio, e toda sorte de serviços rápidos demandados pelas comunidades, incluindo algumas práticas de cura. Antes de 1871, muitas pessoas resolviam seus problemas de saúde recorrendo a boticários, cirurgiões-barbeiros, barbeiros, sangradores e curandeiros.

Por terem grandes habilidades manuais, os barbeiros faziam também extrações dentárias, porque na época ainda não existia a odontologia e muitos cirurgiões na sua maioria, não intervinham na boca das pessoas, por receio ou por desconhecimento de que isso seria possível.

O Barber Pole, este objeto cilíndrico giratório com as cores branco, vermelho e azul. É utilizado nas barbearias hoje em dia como item decorativo. Mas antigamente, quando o estabelecimento tinha este pilar giratório significava que o barbeiro, além do habitual barba, cabelo e bigode, também realizava extrações de dentes e pequenas cirurgias em seus clientes. 

As cores do barber pole ou poste de barbeiro no português, têm um significado. Conta-se que a cor branca significava os panos, fitas ou faixas de tecido que o barbeiro utilizava durante seus procedimentos digamos cirúrgicos. A cor vermelha significava os mesmos tecidos utilizados nos procedimentos, porém agora sujos de sangue pós cirurgias. Há divergências para a cor azul, pois alguns dizem ter sida inserida posteriormente pelo “Tio San” os norte-americanos.

Estas fitas, faixas e tecidos eram expostas pelo barbeiro na fachada de seu estabelecimento, o que deu origem ao atual e tão famoso Barber Pole.

Os novos tempos trouxeram às barbearias as infindáveis conversas sobre futebol, política, além de outras diversidades.

Nas barbearias passaram diversas gerações de homens em busca de um bom corte de cabelo, boa conversa e ajuda para as suas aflições, dúvidas e males.

Valorizemos esses espaços de cultura, entendendo todo o seu significado histórico, social e cultural.

Vagner Cardoso

Barbeiro

No século XVII e XVIII, os barbeiros eram profissionais que viajavam pelas províncias oferecendo seus serviços que incluíam cortes de cabelo, sangrias, benzedura e venda de raízes, dentre outras coisas. Como sujeitos em trânsito, os barbeiros levavam histórias, causas e acontecimentos variados, vividos por eles nas localidades.

Os barbeiros eram pessoas extremamente interessantes, pois, além dos serviços de barbearia, eles também praticavam o comércio, e toda sorte de serviços rápidos demandados pelas comunidades, incluindo algumas práticas de cura. Antes de 1871, muitas pessoas resolviam seus problemas de saúde recorrendo a boticários, cirurgiões-barbeiros, barbeiros, sangradores e curandeiros.

Por terem grandes habilidades manuais, os barbeiros faziam também extrações dentárias, porque na época ainda não existia a odontologia e muitos cirurgiões na sua maioria, não intervinham na boca das pessoas, por receio ou por desconhecimento de que isso seria possível.

O Barber Pole, este objeto cilíndrico giratório com as cores branco, vermelho e azul. É utilizado nas barbearias hoje em dia como item decorativo. Mas antigamente, quando o estabelecimento tinha este pilar giratório significava que o barbeiro, além do habitual barba, cabelo e bigode, também realizava extrações de dentes e pequenas cirurgias em seus clientes. 

As cores do barber pole ou poste de barbeiro no português, têm um significado. Conta-se que a cor branca significava os panos, fitas ou faixas de tecido que o barbeiro utilizava durante seus procedimentos digamos cirúrgicos. A cor vermelha significava os mesmos tecidos utilizados nos procedimentos, porém agora sujos de sangue pós cirurgias. Há divergências para a cor azul, pois alguns dizem ter sida inserida posteriormente pelo “Tio San” os norte-americanos.

Estas fitas, faixas e tecidos eram expostas pelo barbeiro na fachada de seu estabelecimento, o que deu origem ao atual e tão famoso Barber Pole.

Os novos tempos trouxeram às barbearias as infindáveis conversas sobre futebol, política, além de outras diversidades.

Nas barbearias passaram diversas gerações de homens em busca de um bom corte de cabelo, boa conversa e ajuda para as suas aflições, dúvidas e males.

Valorizemos esses espaços de cultura, entendendo todo o seu significado histórico, social e cultural.

Vagner Cardoso

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